O setor da educação é um dos mais atacados no mundo e Portugal não é exceção.

 

Já mencionamos o aumento do número de ciberataques no ano de 2020 e 2021, tendência impulsionada pela crise pandémica atravessada. No entanto, é importante realçar o comportamento ao nível escolar. Segundo um estudo da ITChannel, Portugal é o sexto país que mais ataques de segurança sofre ao nível educacional, com uma média semanal de ataques superior aos três mil.

De acordo com o nosso parceiro Check Point, os hackers têm procurado tirar proveito do regime de e-learning, assim como da incerteza perante o futuro dos moldes educativos, visto que, apesar da taxa de vacinação ser alta, a escola como a conhecemos, continua a ser uma realidade não existente.

O Country Manager da Check Point em Portugal, Rui Duro, afirma que os cibercriminosos estão a aproveitar o regresso às aulas para realizar os ataques, isto porque as escolas, as universidades e as instituições de investigação são os alvos mais fáceis e atrativos dado que não possuem os recursos de cibersegurança adequados para se protegerem de eventuais ataques virtuais.

Tal como já referenciado num outro artigo da ActiveSys, a pandemia obrigou a uma rápida adaptação não só pessoal, como tecnológica. As aulas online, em casa dos alunos e professores, com redes wi-fi pouco protegidas, levou a um aumento da fragilidade dos dispositivos, estando estes mais sujeitos a ataques de hackers.

Um estudo do CNCS revelou que muitas instituições académicas dos mais variados níveis, durante a pandemia, não desenvolveram quaisquer tipo de medidas e ações relacionadas com cibersegurança. O mesmo estudo apontou as soluções apresentadas para que os docentes se mantivessem minimamente protegidos. Destes, destacam-se a atualização dos softwares e do antivírus, a não partilha de dados sensíveis e pessoais via canais digitais e a não abertura de emails ou links desconhecidos com anexos, também, desconhecidos.

Vários profissionais alertam para a falta de preparação ao nível da segurança online, não só dos professores, como dos alunos. De entre as dificuldades apontadas, a falta de consciência e de conhecimento sobre o tema, é o mais indicado como a carência de informação sobre o assunto da segurança online. Com formações e palestras sobre a cibersegurança e com as soluções indicadas, estes indicadores deixam de ser uma questão na vida académica em Portugal.

É crucial que as instituições de ensino entendam a necessidade e a urgência de proporcionarem aos seus utilizadores uma arquitetura de rede à prova de falhas, com alta disponibilidade e elevado nível de segurança. Quanto maior for o grau de digitalização, maior a probabilidade de o nível das instituições progredir, ao mesmo tempo que são aprimorados os resultados de aprendizagem.

A TP-Link, por sua vez, destacou os três aspetos essenciais a ter em conta neste regresso às aulas. O primeiro termo centra-se na eficiência, na medida em que é importante potenciar o melhor desempenho de cada estrutura, através, por exemplo, de uma boa velocidade de Internet, que permite conectar vários dispositivos. Uma outra prioridade centra-se em criar uma rede de dispositivos ou uma rede de convidados, assim como o controlo, dado que os utilizadores precisam de aceder à Internet de qualquer lugar e de qualquer dispositivo. Por fim, o tema prioritário é, sem dúvida, a segurança, não só dos utilizadores, como dos dados com que trabalha. Ainda, a empresa destaca os menores que, neste caso, devem possuir controlo parental, para que os pais possam limitar o tempo online e bloquear o acesso a certos sites.

Neste sentido, também a Direção Geral da Educação alertou para a importância de cuidados a ter na utilização das plataformas digitais.

Face a isto, enumeramos as principais vantagens da implementação das soluções de cibersegurança da ActiveSys:

  • Conformidade com os requisitos da RGPD e infraestruturas;
  • Segurança na troca de informações sigilosas e dados pessoais;
  • Acompanhamento sempre que necessário;
  • Definição de matrizes de acesso de utilizadores a diferentes tipos de informação;
  • Controlo de quem acede à informação, onde e como;
  • Monitorização completa de toda a infraestrutura;
  • Proteção de todos os devices.

 

Ainda não é tarde para proteger a sua instituição para este novo ano letivo. Contacte a ActiveSys para saber mais sobre os serviços e soluções que disponibilizamos neste sentido.

 

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