Manter-se atualizado sobre as tendências que irão marcar o ano, é o passo fundamental para que o seu negócio evolua positivamente.

 

Na continuação da primeira parte do artigo referente às tendências tecnológicas, é dado seguimento ao tema, desvendando as restantes tendências que irão marcar o presente ano de 2022.

 

 

Plataformas Nativas de Cloud
Estas tecnologias permitem construir novas arquiteturas resilientes, elásticas e ágeis. Para além disso, melhoram a abordagem tradicional de elevação e mudança para a nuvem. Ainda, em vez de aceder aos ficheiros e dados através de um computador local ou pessoal, acede a partir, apenas, de um device com internet, que a informação estará disponível em qualquer altura e em qualquer lugar. A Cloud terá tendência a ficar invertida, dado que o centro de gravidade em torno da transformação digital passou de atender às necessidades de TI de uma organização agnóstica do setor, para atender às necessidades estratégicas e operacionais únicas de cada setor e, até, subsetor. A Commvault sublinha que são muitas as empresas a adotarem diferentes tecnologias Cloud e serviços As-a-Service para gerir os volumes de dados, recorrendo, neste sentido, a fornecedores de hiperescala. Hiperscalers e fornecedores Saas estão a trabalhar com integradores de sistemas globais, com o objetivo de fornecer serviços e aceleradores de negócios modularizados verticais, que podem ser facilmente adotados e construídos para uma diferenciação única. Na verdade, um novo relatório publicado pelo Dell’Oro Group, indica que os gastos em data centers, para fornecedores hyperscale de serviços na cloud deverão crescer em 30%. Em 2022, será prioritário para as empresas saber onde estão os seus dados, como são utilizados, que estão protegidos adequadamente e como recuperá-los rapidamente, ajudando, deste forma, a extrair valor dos dados.

 

Blockchain
Consiste numa base de dados transparente e descentralizada, onde ficam registados todos os movimentos e que pode ser consultado por qualquer pessoa. Esta tecnologia promete impedir a fraude online, uma vez que é um sistema mais inviolável e bastante eficiente. Mais uma vez, uma ferramenta que vai de encontro à verdadeira e principal tendência: a Segurança Digital. Esta tecnologia está a mudar a forma de fazer negócios, ajudando as entidades a reimaginar como fazem e gerem a sua identidade, dados, marca, direitos de autor, e outros ativos tangíveis e digitais. Avanços técnicos emergentes e padrões regulatórios, especialmente em redes e plataformas não públicas, estão a ajudar no processo de impulsionar a adoção empresarial, para além das organizações de serviços financeiros.  
Cyber IA
As equipas de segurança têm-se sentido sobrecarregadas pelo grande volume de problemas, pela sofisticação e pela dificuldade em detetar atempadamente ataques virtuais. Tal como já mencionado, o uso do 5G está a aumentar, juntamente com o número de dispositivos conectados à rede. O teletrabalho é uma realidade e os ataques virtuais são cada vez mais recorrentes e meticulosos. A IA pode ser um multiplicador de força, que permite que as organizações respondam mais rápido e, ainda, se possam antecipar a esses movimentos e agir adequadamente, com antecedência. A IA pode ser expandida para além do estabelecido, como usá-la para acelerar a análise de dados, identificar anomalias e detetar ameaças, todos estes que podem ser movidos, igualmente, pela IA.  
Internet of Behaviors
IoB volta a ser tendência, derivada da Internet of Things, combina diversas tecnologias como soluções de reconhecimento facial, sistemas de localização, wearables, Big Data, entre outros. Tem como intuito a recolha de dados que as pessoas geram no seu dia-a-dia e correlaciona-a, resultando, assim, em eventos comportamentais. Cabe às empresas utilizar essa informação para influenciar comportamentos no ser humano e, consequentemente, afetar diretamente a forma como interagem com os seus colaboradores e clientes. Para além disso, através do reconhecimento facial, ajudam na autenticação multifatorial, garantindo, assim, uma maior segurança.  
Flexibilidade Laboral
Tal como já mencionado, a Pandemia acelerou o processo de digitalização e a adesão a modalidades de trabalho que antes eram totalmente afastadas. Hoje, com o objetivo de garantir a segurança de cada um, o teletrabalho ou o trabalho híbrido são os recomendados, sempre que possível. Para que exista uma melhor flexibilidade laboral é crucial que tenha implementadas as melhores tecnologias que providenciem um ambiente de trabalho idêntico ao tido no escritório.  
Empresas Distribuídas
Tendência repetida de 2021, assenta num modelo operacional de Tecnologia de Informação, apoiado em infraestruturas distribuídas, que permite oferecer suporte a clientes, colaboradores e parceiros e, ainda, operar e gerir negócios a partir de qualquer lugar. Mais do que o teletrabalho, esta força refere-se ao desenvolvimento de infraestruturas digitais escaláveis, que incluem experiências de valor agregado em torno de cinco áreas: Colaboração e Produtividade; Acesso remoto seguro; Infraestruturas edge e Cloud; Qualificação da experiência digital e Automação para o suporte de operações remotas.
Experiência Total
Se em 2020 a tendência era apenas a Experiência Multifocal, em 2021 e em 2022, a combinação passa pelo desenvolvimento de soluções que promovam múltiplas experiências de utilização (Experiência Multifocal), com áreas tradicionalmente mais isoladas, como a experiência do cliente, do colaborador e do utilizador. O grande propósito desta tendência é a experiência total para todos os intervenientes do processo, permitindo a transformação de negócios e o alcance de resultados diferenciados e orientados a cada um. Esta ferramenta é importante para as organizações, a partir do momento em que as interações se tornam mais móveis, virtuais e distribuídas.
Maior Diversidade Laboral
Durante vários anos, as tecnologias foram associadas ao género masculino. Nas últimas décadas, o número de mulheres na tecnologia tem aumentado gradualmente, quer ao nível universitário, como empresarial. Especialistas preveem que, até 2030, pelo menos 30% dos licenciados em engenharia serão mulheres, assim como revelam que ter uma equipa mista acarreta muito mais vantagens do que equipas limitadas a um único género.
Sustentabilidade
A sustentabilidade tem sido, cada vez mais, tida em causa como uma tendência urgente. Peter Plochan, Consultor Principal de Gestão de Risco EMEA na SAS declara que o tempo para conversas terminou. 2022 será o ano de ação para a maioria das instituições financeiras e empresariais na Europa”. Além disso, os computadores e outros devices mostraram a importância que têm no quotidiano de cada indivíduo, pelo que empresas por todo o mundo procuram formas de os tornar mais sustentáveis, desde materiais de baixo carbono e biodegradáveis, até à eficiência energética e baterias com capacidades maiores.
Expansão das Tecnologias de Saúde Digital
As tecnologias desempenharam um papel importante durante a pandemia. Por muito que caminhemos em direção a um fim deste ciclo pandémico, ainda há um caminho a percorrer pelo que, quanto mais auxílio for dado às equipas médicas, melhor. Assim, em 2022 prevê-se um contínuo uso das teleconsultas, utilizando tecnologias de colaboração e vídeo, de aparecimento de aplicações e sistemas que permitam um maior controlo de propagação de vírus e ainda softwares que não obriguem os utentes a dirigirem-se a hospitais e outras entidades desnecessariamente.
Novas Realidades
A Realidade Virtual (VR) refere-se à substituição de imagens e sons por conteúdo virtual, gerados e geridos por devices. O propósito desta ferramenta passa por recriar, ao máximo, as sensações reais, permitindo interação com objetos virtuais, em tempo real, sem conexão com o ambiente físico. Por sua vez, a Realidade Aumentada (AR), trata-se da sobreposição de elementos virtuais em ambientes reais, sendo bastante interativa, com processamento em tempo real. A Microsoft surge neste campo como a instituição que divulga exemplos de como é possível unir os dois universos em diversas áreas, como por exemplo a educação e a saúde. Este último impulsionado pelas necessidades que advém do cenário pandémico atravessado, que possibilita consultas à distância com a máxima qualidade possível, quase parecendo real e físico.

A Commvault também destacou algumas daquelas que consideram ser as principais tendências para o ano. De facto, segundo este parceiro, um dos maiores desafios é a falta de orçamentos abundantes das empresas para a área tecnológica, destacando a necessidade de budgets mais inteligentes. “As empresas vão procurar cada vez mais soluções as-a-service, pagando apenas pelo que precisam e utilizam”, dizem em comunicado.

No mesmo sentido, acreditam que os executivos vão começar a “testar” a equipa técnica, no sentido em que vão pretender realizar, periodicamente, “simulacros de alarme” para pôr à prova a solidez, resistência e rapidez dos processos e soluções de cibersegurança e recuperação de desastres. “Apesar de requererem investimento de tempo e dinheiro, os exercícios podem assegurar a solidez das defesas contra ciberataques de uma empresa ou descobrir vulnerabilidades”, comentam.

Finalmente e tal como mencionado em ambas as partes deste artigo, os ataques cibernéticos são, e continuarão a ser, cada vez mais calculados e meticulosamente pensados e focados. Mais uma vez, a continuação da adoção do teletrabalho, ou trabalho híbrido, aumenta, drasticamente, o panorama das ameaças “não é de estranhar se, em 2022, o cibercrime e, em particular, o ransomware, continuar a ser um desafio importante para as empresas”. Como tal, “proteger os ambientes informáticos, que são cada vez mais, será uma prioridade máxima”.

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