A preocupação ambiental é sentida e vivida em todos os setores.

 

As empresas priorizam um novo olhar global para o meio ambiente, com o propósito de tomar as melhores decisões para que este não seja impactado negativamente.

A adoção de ferramentas, serviços e soluções sustentáveis é cada vez mais comum, uma vez que a preocupação ambiental tem aumentado consideravelmente, devido às visíveis transformações climáticas, que se baseiam em catástrofes, como incêndios, inundações e temperaturas extremas.

Recentemente, surgiu um novo conceito, o de tecnologia sustentável, que se resume à união de todo o conhecimento, para a aplicação do mesmo, privilegiando, sempre, a sustentabilidade. No mesmo sentido, é importante que as empresas compreendam a urgência de implementarem práticas sustentáveis, estas que contribuem para o desenvolvimento do próprio negócio.

Um dos serviços mais potenciados pela sustentabilidade é a adoção de serviços cloud, esta que melhora, consideravelmente, a resiliência ambiental.

Embora o impacto e os benefícios da cloud tenham sido tradicionalmente medidos com métricas financeiras e de eficiência, tornou-se mais comum a compreensão por parte dos utilizadores da forma como esta tecnologia pode ajudar a alcançar os objetivos de sustentabilidade e ambiente. De facto, a computação em nuvem pode apoiar a sua organização a fim de reduzir as emissões de carbono, usar recursos de forma mais eficiente e diminuir a pegada ambiental.

Assim, assistiu-se a uma crescente migração dos dados e documentos para a tecnologia cloud, bem como a um aumento do desenvolvimento de aplicações nativas na mesma solução. Segundo o estudo da itchannel, o que levou ao aumento da adoção destas ferramentas foi, mesmo, a intenção de melhorar a resiliência ambiental. Com a transformação digital em curso, impulsionada, essencialmente, pela pandemia, as organizações têm a preocupação principal de tornar a sustentabilidade num ponto a considerar, em cada tomada de decisão.

Blake Murray, analista de investigação da Canalys, declara que A consciencialização sobre o uso de energia e emissões de carbono dos serviços digitais fornecidos a partir de data centers operados por fornecedores de serviços na cloud está a aumentar”. O mesmo afirma que os clientes utilizam “cada vez mais os serviços na cloud para aliviar algumas das suas responsabilidades ambientais e cumprir os objetivos de sustentabilidade, como o alcance da menor pegada de carbono. De facto, a transição para um mundo mais sustentável, com a adoção de novos serviços e soluções que permitam reduzir as emissões de carbono, faz parte do trabalho das TIC, dado que o setor das TIC representa 6% de contribuição para o PIB mundial e apenas 2% dos gases com efeitos de estufa.

Por sua vez, Matthew Ball, chefe da Canalys, dá especial enfoque ao Acordo de Paris, na medida em que considera que os regulamentos estatais serão os principais “impulsionadores das medidas sustentáveis que muitas empresas estão ou deverão adotar”.

Antigamente, as ações de sustentabilidade empregues nas empresas tecnológicas eram realizadas com o objetivo de passar uma boa imagem. Hoje em dia a prática destas ações é muito mais do que isso, é uma estratégia elementar não só relativa à sobrevivência dos negócios a longo prazo, como também da preservação do meio ambiente.

Para além do já conhecido Acordo de Paris, a União Europeia listou novos objetivos como o Green Deal, a bandeira política da presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, e a meta comum de atingir a neutralidade carbónica até 2050.

Uma sociedade e um mercado com consciência ambiental são benéficos ao planeta que, após a pandemia do novo coronavírus, deixou bem claro a necessidade de o preservar, visto que durante o isolamento social, o ambiente melhorou significativamente.

A sustentabilidade não é uma opção, é uma obrigação de todos!

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